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Como as empresas devem se preparar para a “internet das coisas” PDF Imprimir E-mail
Daniella Lico D’Andrea   
07-Mar-2017
Temos ouvido falar muito do conceito “internet das coisas”, ou “IoT- internet of things”, que é tida como uma revolução tecnológica que tem o objetivo de facilitar nosso dia a dia. Nessa nova realidade, diversos objetos são conectados a internet ou a outros dispositivos, fazendo com que exista uma interação mais fácil entre homem e coisas. Isso já é uma realidade na nossa vida pessoal e profissional e a tendência é que essa proximidade entre o mundo físico e digital fique cada vez maior.
 


No Brasil, a internet das coisas já é mais comum do que se imagina. Temos as televisões do tipo Smart que se conectam ao Youtube e Netflix, os videogames que conectam jogadores do mundo inteiro por meio da internet, câmeras de segurança que podem ser acessadas através de aplicativos de celulares e diversos outros exemplos. A IoT está entre as tecnologias de maior destaque e potencial dos últimos anos. Dispositivos conectados a redes sem fio estão impactando tanto usuários comuns quanto empresas.
 

No ambiente corporativo, a internet das coisas traz a chance de criar serviços mais produtivos, estáveis e com a possibilidade de tornar a área operacional ainda mais flexível e rápida. Além disso, facilita o acesso às informações e permite criar estratégias com foco no aumento da produtividade e melhor conhecimento do mercado e target final. Outra vantagem é a redução de custos por meio do melhor aproveitamento da tecnologia, evitando desperdícios e permitindo melhor direcionamento para as demandas que precisem de investimentos.
 

Vale destacar que algumas pesquisas mostram que diversos usuários já conseguem interpretar melhor seus clientes por meio da IoT, além de conseguirem obter dados de forma mais rápida e eficaz. Essa mudança é importante para se manter competitivo e oferecer mais possibilidades aos clientes. 
 

Desafios
A Internet das Coisas surgiu para facilitar a rotina de todos, porém não podemos esquecer de uma questão muito importante: a segurança da informação. Muitos gestores ainda sentem receio de investir e implantar a IoT dentro de seus negócios pois ainda acreditam que um maior volume de dispositivos conectados à rede da organização pode prejudicar a política de segurança.
 

Obviamente, esse é um assunto que preocupa todas as organizações e, agora, com a IoT surge mais um obstáculo, garantir que os dados compartilhados mantenham-se seguros. Dessa forma, o monitoramento da IoT precisa ser feito por parceiros e profissionais de confiança para assegurar que tudo esteja funcionando de maneira adequada.
 

Essa revolução tecnológica envolve alterações nos métodos tradicionais da segurança da informação. As políticas de segurança das organizações precisam passar por uma reestruturação para que seja possível manter a confiabilidade dos sistemas. Dessa forma, os novos dispositivos conseguirão trazer resultados e serviços mais eficientes para os processos internos do negócio.
 
 
Ao fazer novas integrações com dispositivos no ambiente digital, não podemos nos esquecer de rever processos ligados à potencialização e melhorias das configurações de hardware, aumento da cobertura de sistemas de monitoramento e até mesmo o planejamento ligado ao controle de acesso dos recursos mais extensivos. É preciso entender os principais benefícios e quais serão as tecnologias mais adequadas para a necessidade do seu negócio. Buscar parcerias que ofereçam soluções para cada etapa da implantação e desenvolvimento do projeto é de extrema importância.
 

Companhias que, assim como a eWave do Brasil, atuam com produtos de tecnologia, precisam  manter seu portfólio e gama de produtos atualizados para atender o interesse dos usuários por sistemas e softwares integrados com a IoT. A internet das coisas será imprescindível para encarar a concorrência e responder com mais agilidade às tendências do mercado.
 

Pensando nessa realidade, a eWave está se profissionalizando através da parceria com a IBM trazendo o IBM Watson, produto que une a Internet das coisas (IoT) com as tecnologias de computação cognitiva IBM Watson.
 

* Daniella D'Andrea é gerente de marketing da eWave do Brasil

 
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