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Ubook atinge a marca de 2 milhões de usuários registrados PDF Imprimir E-mail
DA REDAÇÃO   
19-Abr-2017
O mercado de audiolivros, que já apresenta cifras expressivas no mundo todo, começa a conquistar números impressionantes no Brasil. Maior representante do segmento no País, o Ubook, primeiro serviço de assinatura de audiolivros por streaming do Brasil, acaba de superar a marca de dois milhões de usuários registrados.  E este é apenas um dos números que a empresa tem para se orgulhar.


Em outubro de 2014, o Ubook foi criado investindo em um segmento até então pouco explorado no Brasil: audiolivros. “Pode-se dizer que as primeiras experiências do setor surgiram há algumas décadas, quando editoras lançaram discos coloridos para as crianças com a narração de literatura infantil. No começo dos anos 2000, apenas algumas editoras apostaram no segmento. Além disso, as experiências que existiam eram de produtos no formato de CDs ou até mesmo K-7, os quais disputavam espaço nas prateleiras com os títulos impressos. Vale ainda lembrar que o consumidor também não era incentivado a buscar por conteúdos em áudios nas livrarias”, comenta Flávio Osso, CEO do Ubook. No princípio havia também a interpretação equivocada de que este modelo de conteúdo destinava-se apenas para pessoas com deficiência visual.


Estas situações ilustram o cenário encontrado pelo Ubook há dois anos e meio. “Quando começamos, havia quem nos interpretava como loucos. ‘Isso não vai dar certo’, diziam. Mas, ao estudar o setor lá fora, percebemos que se encontrássemos uma nova abordagem para levar este conteúdo às pessoas, teríamos um potencial mercado a ser desenvolvido”, conta Osso.


O que se percebeu é que, mais do que um produto para deficientes visuais, o formato em áudio seria uma alternativa interessante para auxiliar qualquer pessoa a incluir conhecimento e cultura no seu dia a dia em meio à turbulenta agenda cotidiana, cheia de compromissos e afazeres “Pode não ser possível ou recomendável ler um livro impresso enquanto se dirige ou faz atividade física, mas é perfeitamente aceitável ouvir uma informação enquanto se realiza estas ações”, avalia o CEO.


A estratégia adotada foi oferecer o serviço por streaming, com assinatura mensal, disponibilizados em formato de mais fácil acesso: aplicativos. “Hoje é praticamente impossível olhar para o lado e não ver pessoas com o celular na mão, por isso, decidimos que, para conquistar o público, o formato deveria ser acessível, como ocorre nos aplicativos”, explica Flávio Osso. Além dos apps disponíveis para iOs e Android, o catálogo do Ubook também pode ser acessado pelo site (www.ubook.com).


O acesso ilimitado ao catálogo também foi uma tática implementada pelo Ubook para conquistar o público. “As pessoas podem comprar um livro e não gostarem do enredo. O mesmo pode acontecer com um audiolivro. Porém, é muito mais difícil as pessoas investirem, além do conteúdo, em um formato que não conhecem. Por isso, a liberação ilimitada ao catálogo, além de proporcionar maior diversidade de títulos, permite que as pessoas vivenciem a experiência de ouvir uma obra”, pondera Osso. Mais do que história, o CEO comenta que as pessoas também podem se acostumar com os diferentes tipos de narração, sonoplastia, sotaques e velocidades que um material em áudio apresenta. “Tudo isto interfere na experiência que o ouvinte terá”, diz. Essa estratégia de acesso ilimitado por assinatura mensal é a mesma utilizada por outros serviços de streaming, o mais conhecido deles é o Netflix. “Por isso muitos nos definem como sendo uma espécie de Netflix dos audiolivros”, esclarece o CEO.


Uma vez estabelecido o formato, era preciso rechear o catálogo ofertado ao público. No início, havia cerca de mil títulos na plataforma. “Não havia muita disponibilidade de produtos no mercado”, diz Osso. Para superar este obstáculo, o Ubook investiu também na produção de conteúdos em áudio e na parceria com grandes editoras nacionais e internacionais. Atualmente, já são mais de 100 editoras parceiras que disponibilizam conteúdo na plataforma. A rápida e ampla difusão que o Ubook tem conseguido entre os brasileiros também tem chamado a atenção de muitos autores, principalmente daqueles que já surfam na onda da divulgação por meios eletrônicos e mídias sociais. Raiam Santos e Thati Machado, dois representantes desta geração, já possuem obras no Ubook. “Eles gostaram tanto do formato e da distribuição que os dois já lançaram títulos primeiro no formato em áudio, via Ubook, antes de disponibilizá-los por outros meios”, enaltece o CEO. Tantos avanços em tão pouco tempo fizeram com que, hoje, o Ubook já seja considerado a maior plataforma de audiolivros por streaming da América Latina.


Além de investir em um segmento pouco explorado no Brasil, interessante é também observar que o crescimento que o Ubook ocorreu em um período de crise na economia doméstica. “Alcançamos estes números apostando em um segmento que historicamente demora para apresentar retorno, o de cultura. Mesmo assim, conquistamos clientes e parceiros significativos neste período, o que nos leva a crer que temos muito o que evoluir, e que ainda não atingimos 1% do potencial que este mercado, apenas no Brasil, representa”, adianta Osso.


Merece atenção também o fato de a empresa já estar preparada para a expansão internacional. Seu site e aplicativos já possuem versão em inglês e espanhol o que permitiu ao Ubook angariar usuários em mais de 100 diferentes países. “O catálogo hoje é composto por mais de 10 mil títulos de livros e revistas no formato áudio, sendo 2 mil deles em português; 2,5 mil em espanhol; 5 mil em inglês e 500 deles em outras diferentes línguas, como o italiano e o alemão, por exemplos. Isso é resultado do investimento em obras, participação em eventos internacionais em busca de novas parcerias e acordos com editoras e autores nacionais. Acredito que estes sejam um dos motivos pelos quais, mesmo sem que tenhamos realizado investimentos no exterior, já temos um público considerável de outros países que acessam nosso serviço”, exalta o CEO. Atualmente, do total de usuários registrados, 1,25% estão no México e 1,09% localizam-se nos Estados Unidos.


O mercado nacional ainda representa cerca de 95% do faturamento da empresa, que tem planos arrojados para 2017. O Ubook quer aumentar a proporção do faturamento no exterior. “Estamos apenas no começo desta história. Ainda teremos muitos números a comemorar”, celebra Osso. Ele adverte, porém, que a intenção da empresa não é competir com os livros impressos. “Aqui não se trata de explorar qual mercado é mais interessante. Queremos apenas ser mais uma alternativa para as pessoas acrescentarem cultura, entretenimento e informação em seu cotidiano. Há mercado para todos”, finaliza.

 
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