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FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS RECEBE MAESTRO WAGNER POLISTCHUK E PIANISTA CAIO PAGANO PDF Imprimir E-mail
PERSONAL PRESS   
07-Jun-2017
PERSONAL PRESS - 07/06/2017

A Filarmônica de Minas Gerais recebe, nos dias
 8 e 9 de junho, às 20h30, na Sala Minas Gerais, o maestro convidado Wagner Polistchuk, que apresenta, pela primeira vez em Belo Horizonte, a Sinfonia do Renascer, de Karlowicz. O pianista Caio Pagano também estreia com a Orquestra, ao interpretar uma das mais celebradas peças de Mozart, o Concerto para piano nº 26. Completa o repertório a Abertura concertante, de Guarnieri. Ingressos entre R$ 40 (inteira) e R$ 105 (inteira).

 
Antes das apresentações, das 19h30 às 20h, o público poderá participar dos Concertos Comentados, palestras que abordam aspectos do repertório. O palestrante das duas noites é o percussionista da Filarmônica de Minas Gerais e curador dos Concertos Comentados, Werner Silveira. Neste programa, serão destacados três momentos bem distintos da história da humanidade: o Classicismo de Mozart; o Romantismo do compositor polonês Mieczyslaw Karlowicz; e o nacionalismo do brasileiro Camargo Guarnieri, em obra dedicada ao compositor norte-americano Aaron Copland.
 

Estes concertos são apresentados pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais e Itaú Personnalité. Já as palestras dos Concertos Comentados são apresentadas pelo Ministério da Cultura e Governo de Minas Gerais.
 

O repertório
 
Camargo Guarnieri (Brasil, Tietê, 1907 – São Paulo, 1993) e a obra Abertura concertante (1942)
 
Nascido em Tietê (SP), Camargo Guarnieri inicia os estudos na capital paulista, onde apresenta suas primeiras obras ao escritor (e crítico de música) Mário de Andrade, que se torna seu mentor. A militância do intelectual, severo crítico de correntes musicais não nacionalistas, reflete-se na ruptura de Guarnieri, em 1950, com o compositor e professor Koellreutter, introdutor da música dodecafônica no Brasil. Anos antes, na década de 1940, o compositor visita os EUA, rege obras e recebe prêmios. Torna-se, assim, um dos compositores brasileiro mais executados no mundo, ao lado de Villa-Lobos. A Abertura concertante, cuja estreia se dá em 1942, no Theatro Municipal de São Paulo, sob regência de João de Souza Lima, é dedicada ao compositor norte-americano Aaron Copland. Neoclássica, com elementos rítmicos e harmônicos nacionalistas, a peça segue esquema formal de tipo ABA: rápido – lento – rápido.
 
 

Wolfgang Amadeus Mozart (Salzburgo, Áustria, 1756 – Viena, Áustria, 1791) e a obra Concerto para piano nº 26 em Ré maior, K. 537, “Coroação” (1788)
 
Em 1790, Wolfgang Amadeus Mozart vai a Frankfurt am Main, onde o Grão-duque Leopoldo da Toscana seria eleito soberano do Sacro Império Romano-Germânico. A sagração do monarca ocorre a 9 de outubro, e, já no dia 15, Mozart apresenta dois de seus concertos para piano e orquestra: o número 19, em Fá maior, KV 459, e o 26, em Ré maior, KV 537 – ambos conhecidos pelo nome de “Coroação”. A peça KV 537 fez muito sucesso no século XIX e foi contestada pela crítica no início do século XX. A partir dos anos 1970, a obra voltou a ser reconhecida como “historicamente o mais progressista dos trabalhos de Mozart”, nas palavras de Charles Rosen; Simon Keefe avalia que a peça representa uma tentativa de reinvenção do gênero concerto; já Chris Goertzen elogia o elaborado trabalho de instrumentação do Concerto. A primeira execução documentada da obra ocorreu na corte de Dresden, em 1789.
 


Mieczyslaw Karlowicz (Visneva, Lituânia, atual Bielorrúsia, 1876 – Zakopane, Polônia, 1909) e a obra Sinfonia em mi menor, op. 7, “Renascer” (1902)
 
Mieczyslaw Karlowicz foi, ao lado de Karol Szymanowski (1882-1937), um dos mais talentosos compositores poloneses do início do século XX. Sua linguagem musical romântica apresenta influências de compositores como Wagner, Tchaikovsky, Grieg e Richard Strauss. Nascido na então Lituânia, mudou-se para Varsóvia aos onze anos, com a família. Realizou seus estudos em música em várias cidades europeias e frequentou alguns encontros do movimento Polônia Jovem, que abrangia a nova cultura polonesa que se desenvolveu entre a última década do século XIX e o fim da Primeira Guerra Mundial. A composição da Sinfonia Renascer, penúltima obra de seus chamados “anos de aprendizado”, inicia-se  quando Karlowicz estudava com Heinrich Urban, em Berlim. Concluída em 1902, a Sinfonia teve sua primeira audição em Berlim, no dia 21 de março de 1903, em concerto regido por Karlowicz e inteiramente dedicado às suas obras. 
 


Os artistas
 
Wagner Polistchuk, regente convidado
 
Regente principal da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo (Osusp), de 2012 a 2014, o maestro brasileiro Wagner Polistchuk foi diretor artístico da Camerata Antiqua de Curitiba, regente adjunto da Sinfônica de Santo André e diretor artístico e regente titular da Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina. Apresenta-se com importantes orquestras brasileiras, como Osesp, Orquestra Sinfônica Brasileira e Amazonas Filarmônica. No exterior, dirigiu, dentre outras, a Sinfônica de Mendoza, na Argentina; a Hermitage Orchester, na Suíça; e a Filarmônica de Kielce, Polônia. Atuou como regente stand-by na Turnê Brasil 2011 da Osesp, orquestra da qual é trombone solo. Especializou-se, como solista, na Alemanha com Branimir Slokar. No Brasil, ao lado das atividades como trombonista, estudou regência, tendo tido Eleazar de Carvalho como seu primeiro professor. Também foram seus professores Dante Anzolini, Ronald Zollmann, Andreas Spörri, Roberto Tibiriçá e Kurt Masur.
 

Destacou-se, dentre outros, em concursos como o Internacional de Trombones Giovani Concertisti (1997), na Itália, e o V Concurso Latino-Americando de Regência Orquestral (1998); foi vencedor no Concurso para Jovens Regentes Eleazar de Carvalho (2002). Como regente, tem privilegiado o repertório contemporâneo, ao estrear, no Brasil, obras de compositores do século XX, como James MacMillan, John Adams, Boris Tchaikovsky, Gerald Finzi, Toru Takemitsu, John Corigliano, Almeida Prado e Cláudio de Freitas. Polistchuk é artista representante dos trombones Conn-Selmer. Seu CD Collectanea contém obras para trombone e piano de compositores brasileiros, em primeiras gravações mundiais. À frente da Camerata Antiqua de Curitiba, gravou o CD Versos Brasileiros. De uma série de cinco CDs lançados pela Osusp, três são sob sua regência, o que inclui obras brasileiras com o pianista Marcelo Bratke.
 
 
Caio Pagano, pianista
 
Pianista, concertista e pedagogo nascido em São Paulo, Caio Pagano formou-se em Piano com Lina Pires de Campos, na Escola Magda Tagliaferro, e se aprimorou, em vários países, com Magda Tagliaferro, Moises Makaroff, Sequeira Costa, Helena Costa, Karl Engel e Conrad Hansen. Doutor em Música pela Universidade Católica da América (EUA), estreou como solista com a Orquestra Sinfônica Brasileira, sob regência de Eleazar de Carvalho. Atua na Europa, nas Américas e na Ásia, em recitais com grupos de câmara e orquestras como as sinfônicas Brasileira, do Estado de São Paulo, de Baltimore e da República Tcheca, além das de Câmara de Zurique e da Holanda. Esteve sob a regência, dentre outros, de Morton Gould, John Neschling, Isaac Karabtchevsky, Clotilde Otranto, Jorge Sarmientos, Camargo Guarnieri, Paul Freeman, e Szymon Goldberg. Dentre os locais onde se apresenta, destaque para Alice Tully Hall, Kennedy Center, Wigmore Hall, Cultura Artística, Sala Cecília Meireles e Concertgebouw.
 

Pagano colabora com artistas como Maria João Pires, Emmanuele Baldini, Thomas Friedli, Albor Rosenfeld, Quarteto de St. Petersburgo e Trio Jacques Thibaud. Participa de festivais nos EUA, Europa e Brasil. Como professor da USP, criou a Bienal Internacional de Música. Nos EUA, foi professor visitante da Universidade Cristã do Texas e da Lübeck Hochschule. Desde 1986, é docente da Universidade do Estado do Arizona, onde recebeu o título de Professor Regente e criou o Brazilian Arts Festival. O músico integra diversos júris de competições internacionais e, dentre as premiações que recebeu, destaque para o Prêmio Eldorado de Música. É, ainda, fundador do Avanti Fund, instituição educacional promotora dos festivais de música e dos concursos Steinway presididos por ele. Gravou 25 discos, por selos como Summit, Soundset, Deutsche Grammophon e Glissando. Desde 1990, é um artista Steinway.
 


Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
 
Belo Horizonte, 21 de fevereiro de 2008. Após meses de intenso trabalho, músicos e público viam um sonho tornar-se realidade com o primeiro concerto da primeira temporada da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Criada pelo Governo do Estado e gerida pela sociedade civil, nasceu com o compromisso de ser uma orquestra de excelência, cujo planejamento envolve concertos de série, programas educacionais, circulação e produção de conteúdos para a disseminação do repertório sinfônico brasileiro e universal.
 

De lá pra cá (dados até dezembro de 2016):
 
820 mil pessoas ouviram a Filarmônica ao vivo
641 concertos foram realizados
835 obras foram tocadas
242 compositores brasileiros e estrangeiros foram interpretados
52 estreias mundiais e 11 encomendas foram apresentadas
93 concertos foram realizados no interior de Minas Gerais
27 concertos foram realizados em cidades do Norte ao Sul do país
5 concertos aconteceram em cidades da Argentina e Uruguai
6 álbuns musicais foram lançados, sendo 3 deles internacionais
513 notas de programa foram produzidas
115 webvídeos foram disponibilizados
56 mil fotografias registraram esse desenvolver da história
318 concertos foram gravados
4 exposições temáticas sobre música sinfônica foram montadas
3 livros sobre a formação de uma orquestra foram publicados
1 DVD de iniciação à música orquestral foi criado
90 músicos estão trabalhando
18 nacionalidades convivem em harmonia
60 mil oportunidades de trabalho foram abertas
3.320 assinaturas apoiam a programação artística
7 prêmios de cultura e de desenvolvimento foram recebidos
 

Agora, em 2017, a Filarmônica apresenta sua décima temporada e continua contando com a participação de grandes músicos para celebrar a Música e o respeito conquistado junto ao público.
 
 
SERVIÇO
 
Série Presto
8 de junho – 20h30
Sala Minas Gerais
 
Série Veloce
9 de junho – 20h30
Sala Minas Gerais
 
Wagner Polistchuk, regente convidado
Caio Pagano, piano
 
GUARNIERI      Abertura concertante
MOZART          Concerto para piano nº 26 em Ré maior, K. 537, “Coroação”
KARLOWICZ     Sinfonia em mi menor, op. 7, “Renascer”
 
Ingressos: R$ 40 (Balcão Palco e Coro), R$ 50 (Mezanino), R$ 62 (Balcão Lateral), R$ 85 (Plateia Central) e R$ 105 (Balcão Principal).
 
Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.
Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br
 
Funcionamento da bilheteria:
Sala Minas Gerais – Rua Tenente Brito Melo, 1090 – Bairro Barro Preto
De terça-feira a sexta-feira, das 12h às 21h.
Aos sábados, das 12h às 18h.
Em sábados de concerto, das 12h às 21h.
Em domingos de concerto, das 9h às 13h.
 
São aceitos cartões com as bandeiras Amex, Aura, Redecard, Diners, Elo, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron.

 

Informações para imprensa:
 
Personal Press
Polliane Eliziário –  Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email  – (31) 99788-3029
Raquel Braga – Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email – (31) 99548-9158

 
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