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FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS RECEBE VIOLINISTA SASHA ROZHDESTVENSKY PDF Imprimir E-mail
PERSONAL PRESS   
04-Jul-2017
PERSONAL PRESS - 04/07/2017

A Filarmônica de Minas Gerais recebe, nos dias
 6 e 7 de julho, às 20h30, na Sala Minas Gerais, o violinista russo Sasha Rozhdestvensky, que interpretará o Concerto para violino em Ré maior, de Tchaikovsky. O repertório traz ainda duas visões do mito de Orfeu, exploradas pelo romantismo de Liszt e pela contemporaneidade de Stravinsky. A regência é do maestro Fabio Mechetti. Ingressos entre R$ 20 (meia) e R$ 105 (inteira).

 
Antes das apresentações, das 19h30 às 20h, o público poderá participar dos Concertos Comentados, palestras que abordam aspectos do repertório. Os dois encontros terão como palestrante a bailarina, historiadora da Dança e professora do Corpo Escola de Dança, Regina Amaral. A bailarina irá explorar a riqueza das duas narrativas de Orfeu: o balé Orfeu, de Stravinsky, e o poema sinfônico inspirado pelo mesmo mito, de Liszt.
 

Estes concertos são apresentados pelo Ministério da Cultura e Governo de Minas Gerais e contam com o patrocínio do Mercantil do Brasil por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Já as palestras dos Concertos Comentados são apresentadas pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais e Líder Aviação.
 

O repertório
 
Piotr Ilitch Tchaikovsky (Votkinsk, Rússia, 1840 – São Petersburgo, Rússia, 1893) e a obra Concerto para violino em Ré maior, op. 35 (1878)
 
Aos 37 anos, após desastrada união com sua aluna Antonina Miliukova, Tchaikovsky se refugia no balneário suíço de Clarens, onde, em seis meses, compõe três importantes obras: a Sinfonia nº 4, a ópera Eugene Onegin e o Concerto para violino e orquestra. Naquele período, Tchaikovsky recebe a visita do ex-aluno e violinista Yosif Kotek, que lhe garante a assessoria técnica necessária à construção do Concerto, considerado pelos críticos, ainda hoje, um dos mais belos e difíceis jamais escritos para o violino. Composta ao longo de um mês, a peça é dividida em três movimentos: Allegro moderato, Canzonetta (Andante) e Finale (Allegro vivacissimo). Sua versão definitiva, dedicada ao violinista Adolph Brodsky, estreia em Viena, no dia 4 de dezembro de 1881, sob regência do célebre Hans Richter.
 

Franz Liszt (Raiding, Hungria, atual Áustria, 1811– Bayreuth, Alemanha, 1886) e a obra Orfeu (1853/1854)
 
Franz Liszt compôs 13 poemas sinfônicos, dos quais há quatro caracterizados como esboços de personagens: Tasso, Prometeu, Mazeppa e Orfeu. Tais peças apresentam, como diferencial, programas desvinculados de esquema narrativo linear e com interpretação de aspectos psicológicos, sociais, morais ou éticos das personagens literárias ou mitológicas. O Orfeu de Liszt estreia em Weimar, em fevereiro de 1854, conduzido pelo próprio compositor. Na peça, é notável a instrumentação, que evoca, abertamente, o mito de Orfeu. Na estrutura, o músico opta pela forma sonata, que trabalha com bastante liberdade. Quanto ao caráter, a peça surpreender por ser contemplativa e por conter cromatismos sutis que lembram trechos de futuras composições de Wagner. Ainda romântico, o Liszt de Orfeu antecipa a estética que, anos mais trade, transformaria o caminho da música no Ocidente.
 

Igor Stravinsky (Oranienbaum, atual Lomonosov, Rússia, 1882 – Nova York, Estados Unidos, 1971) e a obra Orfeu – Balé em três cenas (1947)
 
A obra de Stravinsky se divide em três grandes períodos: a fase russa, de 1907 a 1919; a neoclássica, de 1920 a 1954; e a serial, de 1954 a 1968. Orfeu pertence à segunda, quando suas composições seguem fundamentais para a formação de uma nova consciência para a mentalidade musical da época. Na peça, percebe-se um músico já engajado em tendências estéticas diferentes das de sua Sagração da Primavera, ligada à primeira fase. A música de Orfeu foi encomendada pelo coreógrafo George Balanchine, para sua recém-fundada companhia de dança. O balé estreia em Nova York, sob regência do próprio Stravinsky, em abril de 1948. O que se vê na obra é liberdade tanto para uso da dissonância quanto de sonoridades consonantes. Ainda que abordando um tema do passado, o Stravinsky neoclássico de Orfeu não abre mão das conquistas de sua própria obra e segue sendo um compositor da modernidade.
 

Maestro Fabio Mechetti
 
Desde 2008, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Com seu trabalho, Mechetti posicionou a orquestra mineira nos cenários nacional e internacional e conquistou vários prêmios. Com ela, realizou turnês pelo Uruguai e Argentina e realizou gravações para o selo Naxos. Natural de São Paulo, Fabio Mechetti serviu recentemente como Regente Principal da Orquestra Filarmônica da Malásia, tornando-se o primeiro regente brasileiro a ser titular de uma orquestra asiática. Depois de quatorze anos à frente da Orquestra Sinfônica de Jacksonville, Estados Unidos, atualmente é seu Regente Titular Emérito. Foi também Regente Titular da Sinfônica de Syracuse e da Sinfônica de Spokane. Desta última é, agora, Regente Emérito. Foi regente associado de MstislavRostropovich na Orquestra Sinfônica Nacional de Washington e com ela dirigiu concertos no Kennedy Center e no Capitólio norte-americano. Da Orquestra Sinfônica de San Diego, foi Regente Residente. Fez sua estreia no Carnegie Hall de Nova York conduzindo a Orquestra Sinfônica de Nova Jersey e tem dirigido inúmeras orquestras norte-americanas, como as de Seattle, Buffalo, Utah, Rochester, Phoenix, Columbus, entre outras. É convidado frequente dos festivais de verão nos Estados Unidos, entre eles os de Grant Park em Chicago e Chautauqua em Nova York.
 

Realizou diversos concertos no México, Espanha e Venezuela. No Japão dirigiu as orquestras sinfônicas de Tóquio, Sapporo e Hiroshima. Regeu também a Orquestra Sinfônica da BBC da Escócia, a Orquestra da Rádio e TV Espanhola em Madrid, a Filarmônica de Auckland, Nova Zelândia, e a Orquestra Sinfônica de Quebec, Canadá. Vencedor do Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko, na Dinamarca, Mechetti dirige regularmente na Escandinávia, particularmente a Orquestra da Rádio Dinamarquesa e a de Helsingborg, Suécia. Recentemente fez sua estreia na Finlândia, dirigindo a Filarmônica de Tampere, e na Itália, dirigindo a Orquestra Sinfônica de Roma. Em 2016 estreou com a Filarmônica de Odense, na Dinamarca.
 

Igualmente aclamado como regente de ópera, estreou nos Estados Unidos dirigindo a Ópera de Washington. No seu repertório destacam-se produções de Tosca, Turandot, Carmem, Don Giovanni, Così fan tutte, La Bohème, Madame Butterfly, O barbeiro de Sevilha, La Traviata e Otello. Fabio Mechetti recebeu títulos de mestrado em Regência e em Composição pela prestigiosa Juilliard School de Nova York.
 

Sasha Rozhdestvensky, violino
 
Reconhecido por Yehudi Menuhin como "um dos mais talentosos e refinados de sua geração", Sasha Rozhdestvensky está entre os melhores violinistas russos da atualidade. Esteve com grandes orquestras, como a do Estado Bávaro, Sinfônica de Boston, de Câmara da Europa, Filarmônica de Israel, Sinfônica de Londres e Sinfônica de Sydney. Trabalhou com maestros como Vladimir Ashkenazy, Andrey Boreyko, Jean Claude Casadesus, Gennady Rozhdestvensky e Christopher Warren-Green. Na música de câmara, é parceiro, dentre outros, de David Geringas, Marc Coppey, Gary Hoffman, Nobuko Imai e Andrei Vieru. Entre seus CDs, Sasha estreou e gravou o Concerto Grosso nº 6, de Alfred Schnittke, com a Filarmônica Real de Estocolmo (Chandos), obra escrita para ele. Registrou, ainda, o Concerto para violino nº 1, de Shostakovich, e o Concerto, de Glazunov, com o maestro Gennady Rozhdestvensky e a State Symphony Capella of Russia (Nimbus). Com Josiane Marfurt, dedicou-se às obras completas de Tchaikovsky para violino e piano (Delos), bem como de Ravel para violino de câmara (Praga Digitals). O álbum recebeu o prêmio Choc de Classica. Com Jeremy Menuhin, gravou a obra de Shostakovich para violino e piano (First Hand).
 

O artista participou de importantes festivais, como BBC Proms, Tanglewood, Schleswig-Holstein, Gstaad, Istambul, Ravinia, Flórida, Taormina, Lockenhaus, Montreux e Rheingau. Apresentou-se, ainda, nas principais salas do mundo, como Carnegie Hall, Royal Albert Hall, Barbican e Festival Hall, Concertgebouw, Philharmonie, Suntory Hall, Salle Pleyel, Mann Auditorium e La Scala. O violinista mantém estreito contato com compositores como Alfred Schnittke, Sofia Gubaidulina e Giya Kancheli e se dedica à música latino-americana tradicional, em especial com o grupo instrumental Ambar, além de integrar o Paris Gotan Trio. Sasha estudou na Escola Central de Música de Moscou, no Conservatório de Moscou, no Conservatório de Paris e no Royal College of Music, em Londres, com Felix Andrievsky, Zinaida Gilels, Maya Glezarova e Gerard Poulet. Ele é professor no Royal College of Music e na Haute École de Musique de Genebra e, desde 2010, embaixador da Stradivarius Society.
 

Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
 
Belo Horizonte, 21 de fevereiro de 2008. Após meses de intenso trabalho, músicos e público viam um sonho tornar-se realidade com o primeiro concerto da primeira temporada da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Criada pelo Governo do Estado e gerida pela sociedade civil, nasceu com o compromisso de ser uma orquestra de excelência, cujo planejamento envolve concertos de série, programas educacionais, circulação e produção de conteúdos para a disseminação do repertório sinfônico brasileiro e universal.
 
De lá pra cá (dados até dezembro de 2016):
 
820 mil pessoas ouviram a Filarmônica ao vivo
641 concertos foram realizados
835 obras foram tocadas
242 compositores brasileiros e estrangeiros foram interpretados
52 estreias mundiais e 11 encomendas foram apresentadas
93 concertos foram realizados no interior de Minas Gerais
27 concertos foram realizados em cidades do Norte ao Sul do país
5 concertos aconteceram em cidades da Argentina e Uruguai
6 álbuns musicais foram lançados, sendo 3 deles internacionais
513 notas de programa foram produzidas
115 webvídeos foram disponibilizados
56 mil fotografias registraram esse desenvolver da história
318 concertos foram gravados
4 exposições temáticas sobre música sinfônica foram montadas
3 livros sobre a formação de uma orquestra foram publicados
1 DVD de iniciação à música orquestral foi criado
92 músicos estão trabalhando
18 nacionalidades convivem em harmonia
60 mil oportunidades de trabalho foram abertas
3.320 assinaturas apoiam a programação artística
7 prêmios de cultura e de desenvolvimento foram recebidos
 
Agora, em 2017, a Filarmônica apresenta sua décima temporada e continua contando com a participação de grandes músicos para celebrar a Música e o respeito conquistado junto ao público.
 
SERVIÇO
 
Série Allegro
6 de julho – 20h30
Sala Minas Gerais
 
Série Veloce
7 de julho – 20h30
Sala Minas Gerais
 
Fabio Mechetti, regente
Sasha Rozhdestvensky, violino
 
LISTZ                                    Orfeu
STRAVINSKY                        Orfeu
TCHAIKOVSKY                     Concerto para violino em Ré maior, op. 35
 
Ingressos: R$ 40 (Balcão Palco e Coro), R$ 50 (Mezanino), R$ 62 (Balcão Lateral), R$ 85 (Plateia Central) e R$ 105 (Balcão Principal).
 
Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.
Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br
 
Funcionamento da bilheteria:
Sala Minas Gerais – Rua Tenente Brito Melo, 1090 – Bairro Barro Preto
De terça-feira a sexta-feira, das 12h às 21h.
Aos sábados, das 12h às 18h.
Em sábados de concerto, das 12h às 21h.
Em domingos de concerto, das 9h às 13h.
 
São aceitos cartões com as bandeiras Amex, Aura, Redecard, Diners, Elo, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron.
 
Informações para imprensa:
Personal Press
Polliane Eliziário –  Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email – (31) 99788-3029
Raquel Braga – Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email – (31) 99548-9158

 
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