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Documentário que acompanha GATOS de Istambul entra em cartaz no dia 20 de julho em Belo Horizonte PDF Imprimir E-mail
DA REDAÇÃO   
14-Jul-2017
A diretora Ceyda Torun cresceu em Istambul no início dos anos 80, quando a cidade era o epicentro de um país a um passo da globalização. Naquela época, a população da cidade era de apenas 4 milhões de pessoas; hoje, Istambul cresceu e abriga uma população de quase 20 milhões, expandindo constantemente seus limites.

 
Além dessa enorme massa de pessoas, outra criatura também é nativa da cidade há milhares de anos: o gato de rua. Com histórias passadas tão variadas quanto a de seus equivalentes humanos, gatos de rua vivenciam a cidade de formas totalmente desconhecidas pelas pessoas. Para eles, a cidade bem poderia se chamar Gatostambul.
 

Quando estava concebendo a ideia do documentário, o que mais atraiu Ceyda e a sua equipe foi a forma única como os gatos de rua são tratados em Istambul, não tão diferente de como as vacas são tratadas na Índia. Para a população de maioria muçulmana, os gatos têm uma reputação sagrada, de certa forma, sendo mencionados diversas vezes em histórias que envolvem o profeta Maomé. 
 

A diretora e o fotógrafo Charlie Wupperman viajaram para Istambul para filmar um pouco das atividades dos gatos, sem saber se era possível captar a essência do que é ser um gato em Istambul. Em conjunto com pesquisadores locais, eles reuniram histórias e buscaram pessoas que pareciam saber muito sobre os gatos de suas vizinhanças: quem é o alfa, quem cuida de quem, que gato rouba do peixeiro, qual tem o hábito de invadir a casa dos vizinhos. As histórias que ouviram os deixaram ainda mais animados para documentar esses animais únicos em ação.
 

Num esforço para ficar o mais próximo possível dos gatos, a equipe desenvolveu e experimentou diversos tipos de “câmeras-gato”, seguiram os animais por becos escuros e porões desertos, sobrevoaram telhados com drones e perseguiram os gatos de maneira geral, para poder captar planos cinematográficos, como tomadas subjetivas dos gatos enquanto andam pelas ruas. Foi um trabalho muito dedicado, filmando os mesmos gatos dia após dia, o que permitiu registrar suas personalidades únicas e sua interação com as comunidades onde vivem.
 

Depois de dois meses de filmagem, Torun e o editor Mo Stoebe começaram a trabalhar em cima da história de cada gato, esforçando-se para captar suas singularidades ao deixar que os gatos narrassem suas próprias histórias. Através de um número seleto de histórias, o objetivo principal era criar uma obra contemplativa que transitasse entre temas como amor, perda, alegria, solidão e pertencimentos. Torun diz: “eu acabei me dando conta de que minhas próprias histórias com gatos de rua em Istambul não eram exclusividade minha, que todos aqueles que tinham se permitido criar uma relação significativa com esses animais acabaram tendo uma experiência diferente da vida e de seu papel no mundo. O nível de profundidade dessa mudança de perspectiva variou de pessoa para pessoa, mas uma coisa se manteve constante: ela foi proporcionada pela oportunidade de coexistir com um animal que tem encanto, inteligência e autossuficiência.”

 
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