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FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS RECEBE O PIANISTA MINEIRO PAULO ÁLVARES PDF Imprimir E-mail
PERSONAL PRESS   
28-Nov-2017
PERSONAL PRESS - 28/11/2017

Nos dias
 30 de novembro e 1º de dezembro, na Sala Minas Gerais, às 20h30, o pianista Paulo Álvares interpreta a obra O livro dos seres imaginários, de autoria de seu irmão, Eduardo Álvares (1959-2013), compositor mineiro de vasta produção e forte atividade na música contemporânea brasileira. Com regência do maestro Fabio Mechetti, a Orquestra interpreta ainda a peça A Sudden Rainbow, do norte-americano Joseph Schwantner, e encerra a noite com a Quarta Sinfonia de Tchaikovsky.

 
Na série de palestras sobre obras, compositores e solistas que a Filarmônica promove antes das apresentações, das 19h30 às 20h, o palestrante das duas noites será o percussionista da Filarmônica de Minas Gerais e curador dos Concertos Comentados, Werner Silveira. As palestras são gravadas em áudio e ficam disponíveis no site da Orquestra.
 

Estes concertos são apresentados pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais e Itaú Personnalité e contam com o patrocínio da Picchioni Câmbio por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Já as palestras dos Concertos Comentados são apresentadas pelo Ministério da Cultura e Governo de Minas Gerais.
 
O repertório
 
Joseph Schwantner (Chicago, Estados Unidos, 1943) e a obra A Sudden Rainbow (1986)
Em 1982, a fim de reaproximar compositores, orquestras e público norte-americano, o programa Meet the Composer [Conheça o Compositor] selecionou cinco importantes nomes para dois anos de residência em cinco das maiores orquestras dos EUA. Assim, Joseph Schwantner iniciou sua colaboração com a St. Louis Symphony, para a qual escreveu A Sudden Rainbow [Um arco-íris súbito]. Estreada em 1986, a obra foi indicada no ano seguinte ao Grammy de Melhor Composição de Música Clássica Contemporânea e recebeu o terceiro prêmio no Kennedy Center Friedheim Award. A Sudden Rainbow oferece aos ouvidos um equivalente daquilo que o arco-íris traz aos olhos. Descrito pelo compositor como um fenômeno ofuscante, de beleza luminosa e prismática, o “arco-íris contém as cores puras do espectro visual em faixas consecutivas e é formado no céu pela refração, reflexão e dispersão dos raios do sol na chuva ou na neblina”. Analogamente, a música, escrita de forma simétrica, “frequentemente se desdobra em camadas estratificadas de cores orquestrais”, modeladas “pelo equilíbrio de forças tímbricas e espaciais em jogo na obra”.
 

Eduardo Álvares (Uberlândia, Brasil, 1959 – Belo Horizonte, Brasil, 2013) e a obra O livro dos seres imaginários (2006)
A música fixou-se logo como a forma preferida de expressão do mineiro Eduardo Álvares, bem como o fio condutor de uma proposta estética que tem origem nas artes plásticas e estende-se ao universo da dança, teatro, cinema e literatura. Sua vasta produção musical agrupa-se em três períodos. A fase de formação e de experimentação reúne obras de orientação surrealista e dramática, frutos da acumulação do trabalho com massas sonoras e harmonias dissonantes, linguagem serialista e espetáculos cênico-musicais. A segunda fase estende-se de 2001 a 2007, período no qual o compositor reorientou sua produção em direção a um pós-tonalismo mais convencional. A última fase retoma elementos da primeira, de caráter experimental, e assimila elementos musicais mais ásperos, dissonantes e dramáticos. A obra O livro dos seres imaginários foi inspirada no livro homônimo de Jorge Luis Borges. Trata-se de uma homenagem à música latino-americana primitivista de Villa-Lobos e Revueltas e sinaliza o fim do segundo período composicional de Álvares. Escrito em quatro movimentos, o concerto joga com desníveis de linguagem e rejeita o “nacionalismo melódico e sentimental” em favor de uma força selvagem, percussiva e não europeia. Nas palavras de seu dedicatário e intérprete, Paulo Álvares, irmão de Eduardo, O livro dos seres imaginários “retrata o universo poético de Borges em toda sua estranheza, sua violência atávica e magmática, seu primitivismo moderno revisitado e sua aureolada matéria sonora em fusão”.
 

Piotr Ilitch Tchaikovsky (Votkinsk, Rússia, 1840 – São Petersburgo, Rússia, 1893) e a obra Sinfonia nº 4 em fá menor, op. 36 (1877/1878)
A composição da Sinfonia nº 4 está intimamente ligada ao aparecimento de Nadezhda von Meck na vida de Tchaikovsky. Musicista amadora e excelente administradora, mantinha um grupo de artistas à sua disposição. Em 1876 encomendou a Tchaikovsky uma peça para violino e piano. Nascia aí um amor platônico e obsessivo e um caso duradouro de mecenato. Madame von Meck depositava mensalmente uma soma considerável de rublos para o compositor, destinada a liberá-lo de dar aulas para sobreviver, dedicando-se inteiramente à composição e às viagens. Os dois trocaram mais de mil cartas, e a única imposição feita por von Meck foi a de que nunca se encontrassem pessoalmente. Os primeiros esboços da Quarta Sinfonia datam de fevereiro de 1877. Na época, além de ocupado com a composição da ópera Eugene Onegin, Tchaikovsky embarcara em um casamento desastrado com sua antiga aluna Antonina Miliukova. A orquestração dos três primeiros movimentos foi concluída em Veneza, no mesmo ano. A conclusão de seu amado opus 36 viria no dia 7 de janeiro de 1878, em San Remo. Considerada pelo compositor como uma de suas melhores obras, a Sinfonia nº 4 foi naturalmente dedicada a Mme. von Meck.
 
 
Maestro Fabio Mechetti
 
Desde 2008, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Com seu trabalho, Mechetti posicionou a orquestra mineira nos cenários nacional e internacional e conquistou vários prêmios. Com ela, realizou turnês pelo Uruguai e Argentina e realizou gravações para o selo Naxos. Natural de São Paulo, Fabio Mechetti serviu recentemente como Regente Principal da Orquestra Filarmônica da Malásia, tornando-se o primeiro regente brasileiro a ser titular de uma orquestra asiática. Depois de quatorze anos à frente da Orquestra Sinfônica de Jacksonville, Estados Unidos, atualmente é seu Regente Titular Emérito. Foi também Regente Titular da Sinfônica de Syracuse e da Sinfônica de Spokane. Desta última é, agora, Regente Emérito. Foi regente associado de MstislavRostropovich na Orquestra Sinfônica Nacional de Washington e com ela dirigiu concertos no Kennedy Center e no Capitólio norte-americano. Da Orquestra Sinfônica de San Diego, foi Regente Residente. Fez sua estreia no Carnegie Hall de Nova York conduzindo a Orquestra Sinfônica de Nova Jersey e tem dirigido inúmeras orquestras norte-americanas, como as de Seattle, Buffalo, Utah, Rochester, Phoenix, Columbus, entre outras. É convidado frequente dos festivais de verão nos Estados Unidos, entre eles os de Grant Park em Chicago e Chautauqua em Nova York.
 
Realizou diversos concertos no México, Espanha e Venezuela. No Japão dirigiu as orquestras sinfônicas de Tóquio, Sapporo e Hiroshima. Regeu também a Orquestra Sinfônica da BBC da Escócia, a Orquestra da Rádio e TV Espanhola em Madrid, a Filarmônica de Auckland, Nova Zelândia, e a Orquestra Sinfônica de Quebec, Canadá. Vencedor do Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko, na Dinamarca, Mechetti dirige regularmente na Escandinávia, particularmente a Orquestra da Rádio Dinamarquesa e a de Helsingborg, Suécia. Recentemente fez sua estreia na Finlândia, dirigindo a Filarmônica de Tampere, e na Itália, dirigindo a Orquestra Sinfônica de Roma. Em 2016 estreou com a Filarmônica de Odense, na Dinamarca.
 
Igualmente aclamado como regente de ópera, estreou nos Estados Unidos dirigindo a Ópera de Washington. No seu repertório destacam-se produções de Tosca, Turandot, Carmem, Don Giovanni, Così fan tutte, La Bohème, Madame Butterfly, O barbeiro de Sevilha, La Traviata e Otello. Fabio Mechetti recebeu títulos de mestrado em Regência e em Composição pela prestigiosa Juilliard School de Nova York.
 
Paulo Álvares, piano
 
Professor de música de câmara contemporânea e improvisação na Escola de Música de Colônia e fundador do Ensemble for Aleatoric Music, Paulo Álvares é requisitado como pianista solo e camerista, particularmente em música contemporânea. Mineiro, nascido em 1960 e formado pela USP, estudou nos Estados Unidos com Caio Pagano e Steven De Groote, recebendo seu título de Mestre pela Universidade Cristã do Texas. Frequentou, com bolsa do DAAD – Intercâmbio Acadêmico Alemão –, a Escola Superior de Música de Colônia, onde aperfeiçoou-se com Aloys Kontarsky e Hans Ulrich Humpert. Recebeu o Prêmio de Música Kranichstein no Darmstadt New Music Courses. Eduardo trabalhou com regentes e compositores como Mauricio Kagel, Helmut Lachenmann, Luciano Berio, Earle Brown, Tristan Murail, Emmanuel Nunes, Péter Eötvös, Dieter Schnebel e Gerhard Stäbler. Colaborou ainda com as orquestras Sinfônica de WDR, Sinfônica de Gürzenich, Sinfônica Bochumer e também com diversos grupos de música nova.
 
Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
 
Belo Horizonte, 21 de fevereiro de 2008. Após meses de intenso trabalho, músicos e público viam um sonho tornar-se realidade com o primeiro concerto da primeira temporada da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Criada pelo Governo do Estado e gerida pela sociedade civil, nasceu com o compromisso de ser uma orquestra de excelência, cujo planejamento envolve concertos de série, programas educacionais, circulação e produção de conteúdos para a disseminação do repertório sinfônico brasileiro e universal. Um dos mais bem-sucedidos programas continuados no campo da música erudita, tanto em Minas Gerais como no Brasil, reconhecida com prêmios culturais e de desenvolvimento econômico, em 2017 a Filarmônica está apresentando sua décima temporada e continua contando com a participação de grandes músicos para celebrar a Música e o respeito conquistado junto ao público.
 
SERVIÇO
 
Série Presto
30 de novembro – 20h30
Sala Minas Gerais
 
Série Veloce
1º de dezembro – 20h30
Sala Minas Gerais
 
Fabio Mechetti, regente
Paulo Álvares, piano
 
SCHWANTNER           A Sudden Rainbow
E. ÁLVARES                O livro dos seres imaginários
TCHAIKOVSKY            Sinfonia nº 4 em fá menor, op. 36
 
Ingressos: R$ 40 (Balcão Palco e Coro), R$ 50 (Mezanino), R$ 62 (Balcão Lateral), R$ 85 (Plateia Central) e R$ 105 (Balcão Principal).
 
Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.
Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br
 
Funcionamento da bilheteria:
Sala Minas Gerais – Rua Tenente Brito Melo, 1090 – Bairro Barro Preto
De terça-feira a sexta-feira, das 12h às 21h.
Aos sábados, das 12h às 18h.
Em sábados de concerto, das 12h às 21h.
Em domingos de concerto, das 9h às 13h.
 
São aceitos cartões com as bandeiras Amex, Aura, Redecard, Diners, Elo, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron.
 

Informações para imprensa:
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Polliane Eliziário –  Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email  – (31) 99788-3029
 
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