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GERALDO ELISIO LANÇA O LIVRO "CENTELHA - HAICAIS, POEMAS E CONTOS CURTOS" PDF Imprimir E-mail
LUZ COMUNICAÇÃO   
04-Dez-2017
LUZ COMUNICAÇÃO - 04/12/2017

O jornalista, escritor e artista multimídia Geraldo Elísio, popularmente conhecido como “Pica-pau”, lançará no dia 11 de dezembro, segunda-feira, às 19h, no Museu Inimá de Paula, o livro “Centelha - haikais, poesias e contos curtos” (Neutra Editora). A obra reúne textos escritos pelo autor nos últimos anos, apresentando a diversidade de gêneros literários, mas que trazem a linguagem poética em seu cerne. 

 
No prefácio, o poeta e jornalista Márcio Vicente afirma que “dizer que a poesia de Geraldo Elísio, reunida agora neste “Centelhas”, é um marco em sua produção literária, é tentar limitar o voo criativo do poeta. Ele transita da forma reduzida do haikai ao poema mais extensamente elaborado, com a mesma desenvoltura de quem domina diversas técnicas e pode dar expressão ao seu trabalho em várias formas, fórmulas e estilos. (…)”. 


Na parte do livro dedicada aos Haikais, quem faz a introdução é a escritora Yeda Prates Bernis, que pertence à Academia Mineira de Letras e é uma das mais respeitadas haikaistas brasileiras. “(…) Com postura rígida, ele constrói seus versos com a métrica inicial de Bashô – 5 – 7 – 5 – sílabas, querendo relembrar a límpida estética do criador dessa belíssima forma poética. Se os haikais japoneses priorizam o esquecimento de si em favor do “insight” poético em comunhão com a visão cósmica, divinizando a natureza, Geraldo Elísio alarga o horizonte do poema. Torna-o também expressão de uma sensualidade ontológica, sempre com a delicadeza e sugestividade que o caracterizam.”. 
 

No livro, o professor, jornalista, poeta, pesquisador e crítico de literatura e artes, Marcelo Dolabela, faz a abertura em Poesias e, em parte do texto diz:  “Ao usar uma das técnicas mais difíceis para a edição de um poema – o texto centralizado –, GE faz um poema-vértebra, que pede para que o leitor tenha a mesma sensibilidade para construir e preencher, à margem, o corpo-texto da leitura. Como disse, certa vez, o poeta mineiro Antônio Carlos de Brito – Cacaso, que a poesia marginal escrevia um único e longo poema, podemos dizer que Geraldo Elísio trama, com um suave nanquim em finíssimo papel de arroz, um caudaloso poema. Cada texto, cada estrofe, cada verso e cada palavra podem ser embaralhadas e lidas separadamente, feito um fractal que se compõe no macro-micro dos detalhes das epifanias. O que faz e traz na poesia de GE a simplicidade da mais elaborada metafísica.” (…). 
 

Em Contos Curtos, Rodrigo Brasil, designer, produtor cultural e amigo de longa data, destaca a ampla atuação artística de Geraldo Elísio., citando suas obras: “Toada de Asfalto”, um cinematográfico relato literário de dois amigos que pegam a estrada que liga a capital mineira a Montes Claros (…); “Baú de Repórter”, uma espécie de autobiografia profissional, que cobre seus anos de repórter, sobretudo na área política. Geraldo é também letrista. Em uma das noites no velho apartamento naquele velho prédio de três andares em que não moramos mais, ele me mostrou algumas letras de sua autoria. Gravadas por gente do samba. Por gente do choro. Por gente do rock. E por gente da MPB. Isso é a cara de Pica-Pau, o pluralismo. “Artista multimídia” é um termo recentemente novo, usado para definir aquele que trafega na arte em várias vertentes. Eu prefiro dizer que ele é um baú cultural. Neste “Centelhas” tem um pouco de tudo dele: cinema, música e artes plásticas em formato de literatura: haikais, contos curtos e poemas. (…)”. 
 
 
 
Serviço:
Lançamento do livro: “Centelha - haikais, poemas e contos curtos”, de Geraldo Elísio
Dia: 11 de dezembro, segunda-feira
Horário: 19h 
Local: Museu Inimá de Paula (Rua da Bahia, 1.201, Centro)
Entrada gratuita. 
Classificação: livre
Valor do livro: R$ 25,00
 
 
 
Informações para a imprensa:
Luz Comunicação - www.luzcomunicacao.com.br
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