{"id":2379,"date":"2020-06-01T16:14:50","date_gmt":"2020-06-01T19:14:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pqn.com.br\/portal\/?p=2379"},"modified":"2020-06-01T16:15:29","modified_gmt":"2020-06-01T19:15:29","slug":"de-16-paises-brasil-e-o-que-mais-sofre-com-ansiedade-por-causa-da-pandemia-de-coronavirus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pqn.com.br\/portal\/de-16-paises-brasil-e-o-que-mais-sofre-com-ansiedade-por-causa-da-pandemia-de-coronavirus\/","title":{"rendered":"De 16 pa\u00edses, Brasil \u00e9 o que mais sofre com ansiedade por causa da pandemia de coronav\u00edrus"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_2056\" aria-describedby=\"caption-attachment-2056\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-2056\" src=\"https:\/\/www.pqn.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/corona-300x107.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"107\" srcset=\"https:\/\/www.pqn.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/corona-300x107.jpg 300w, https:\/\/www.pqn.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/corona.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2056\" class=\"wp-caption-text\">Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Quatro em cada dez brasileiros (41%) t\u00eam sofrido de ansiedade como consequ\u00eancia do surto do novo coronav\u00edrus. As mulheres s\u00e3o as mais afetadas: enquanto 49% se declaram ansiosas, 33% dos homens est\u00e3o lidando com o sintoma no momento. Os dados fazem parte do levantamento Tracking the Coronavirus, realizado semanalmente pela Ipsos com entrevistados de 16 pa\u00edses.<\/p>\n<p>O \u00edndice de 41% ranqueia o Brasil na primeira posi\u00e7\u00e3o entre as na\u00e7\u00f5es mais ansiosas. Em segundo lugar, est\u00e1 o M\u00e9xico, com 35%. Com 32%, o terceiro posto vai para a R\u00fassia. Por outro lado, Jap\u00e3o (6%), Alemanha (7%) e Coreia do Sul (15%) s\u00e3o os menos impactados pela ansiedade a n\u00edvel global, segundo os ouvidos do estudo.<\/p>\n<p><strong><br \/>\nInimiga do sono<\/strong><br \/>\nDe dia, a preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 com o uso de m\u00e1scaras e a higieniza\u00e7\u00e3o correta de m\u00e3os e de objetos. Pela noite, a batalha \u00e9 contra a ins\u00f4nia. De acordo com os dados da Ipsos, 26% dos brasileiros t\u00eam enfrentado dificuldades para dormir na pandemia. Mais uma vez, o impacto \u00e9 mais alto entre o sexo feminino: s\u00e3o 33%, contra 19%.<\/p>\n<p>O Brasil est\u00e1 no p\u00f3dio novamente ao considerarmos os efeitos da ins\u00f4nia em todas as na\u00e7\u00f5es, mas desta vez, o primeiro lugar ficou para o M\u00e9xico, com 38%. O Brasil aparece em segundo, com 26%; e em terceiro, est\u00e3o a Espanha e a \u00c1frica do Sul, empatadas com 25%. Jap\u00e3o (6%), Coreia do Sul (10%) e Austr\u00e1lia (12%) s\u00e3o os menos afetados.<\/p>\n<p><strong>Desequil\u00edbrios f\u00edsicos e emocionais<\/strong><br \/>\nUm em cada dez entrevistados no Brasil (11%) admitiu estar lidando com sintomas de depress\u00e3o como uma consequ\u00eancia do surto de Covid-19. As declara\u00e7\u00f5es divididas por g\u00eanero revelam um impacto predominantemente feminino: 14% s\u00e3o mulheres e 7% s\u00e3o homens.<\/p>\n<p>Os que mais sofrem de depress\u00e3o na pandemia s\u00e3o os sul-africanos, com 20%. Em segundo lugar, empatados em 19%, est\u00e3o os americanos e os indianos. O terceiro posto fica para os russos, com 18%. Em contrapartida, chineses (4%), japoneses e franceses (ambos com 5%), e alem\u00e3es (8%) s\u00e3o os menos deprimidos.<\/p>\n<p>Se o brasileiro, felizmente, n\u00e3o entra no hall dos pa\u00edses mais afetados pela depress\u00e3o, n\u00e3o se pode dizer o mesmo a respeito das enxaquecas. 14% dos entrevistados disseram estar sofrendo de dores de cabe\u00e7a cr\u00f4nicas como resultado da pandemia de coronav\u00edrus, sendo 18% mulheres e 9% homens.<\/p>\n<p>Considerando todas as na\u00e7\u00f5es participantes do levantamento, o \u00edndice do Brasil o coloca em primeiro lugar, junto com o M\u00e9xico (14%), no ranking dos mais impactados pela enxaqueca. Em segundo, v\u00eam \u00cdndia e It\u00e1lia (ambos com 11%), seguidos por \u00c1frica do Sul e Espanha (ambos com 10%). Sofrem menos: Alemanha (5%), China e Jap\u00e3o (ambos com 6%) e Austr\u00e1lia, Canad\u00e1, Fran\u00e7a e Reino Unido (empate qu\u00e1druplo com 7%).<\/p>\n<p><strong>Alimenta\u00e7\u00e3o desregulada<\/strong><br \/>\nO Brasil \u00e9 o pa\u00eds onde as pessoas mais admitem estar se alimentando em excesso por causa da Covid-19. Quatro em cada 10 brasileiros (39%) ouvidos declararam estar comendo demais em decorr\u00eancia da pandemia. Entre as entrevistadas do sexo feminino, o percentual \u00e9 maior. S\u00e3o 42%, contra 36% do sexo masculino.<\/p>\n<p>O M\u00e9xico fica em segundo lugar, com 30%. Na terceira posi\u00e7\u00e3o, h\u00e1 um empate entre Canad\u00e1 e \u00c1frica do Sul, as duas na\u00e7\u00f5es com 29%. Na outra ponta da lista, apenas 9% dos participantes franceses e japoneses disseram estar comendo em excesso, 10% dos alem\u00e3es e 14% dos chineses e sul-coreanos.<\/p>\n<p>O percentual brasileiro que autodeclarou estar comendo menos desde que o surto de coronav\u00edrus come\u00e7ou \u00e9 muito mais baixo, de 8%. Desta vez, h\u00e1 uma invers\u00e3o: os homens s\u00e3o mais impactados \u2013 8%, contra 7% entre as mulheres.<\/p>\n<p>A \u00cdndia \u00e9 o pa\u00eds cujo maior n\u00famero de entrevistados afirmou estar se alimentando em menor quantidade como consequ\u00eancia da Covid: 14% do total de ouvidos locais. A segunda posi\u00e7\u00e3o ficou com o M\u00e9xico (9%) e Brasil e China empataram no terceiro posto (8%).<\/p>\n<p><strong>Considera\u00e7\u00f5es finais<\/strong><br \/>\nNo Brasil, poucos sa\u00edram ilesos da pandemia. Apenas 22% do total de participantes locais disseram que n\u00e3o foram impactados por nenhum dos pontos abarcados no levantamento. Os homens foram os que mais se preservaram: 23%, contra 20% entre o sexo feminino.<\/p>\n<p>O resultado brasileiro coloca o pa\u00eds em primeiro lugar \u2013 empatado com o M\u00e9xico, tamb\u00e9m com 22% \u2013 entre as na\u00e7\u00f5es mais afetadas pelo surto de Covid-19, levando em conta 16 pa\u00edses. Na segunda e terceira posi\u00e7\u00e3o, est\u00e3o, respectivamente, It\u00e1lia (27% declararam n\u00e3o ter se afetado) e R\u00fassia (28% declararam n\u00e3o ter se afetado).<\/p>\n<p>Em apenas dois de todos os pa\u00edses analisados, mais da metade dos entrevistados disse n\u00e3o estar sofrendo os sintomas mencionados na pesquisa: Alemanha (53%) e Fran\u00e7a (52%). O terceiro lugar ficou para o Jap\u00e3o (44%).<\/p>\n<p>A pesquisa on-line foi realizada com 16 mil adultos de 16 pa\u00edses entre os dias 07 e 10 de maio de 2020, sendo 1.000 entrevistas no Brasil. A margem de erro \u00e9 de 3,5 p.p..<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quatro em cada dez brasileiros (41%) t\u00eam sofrido de ansiedade como consequ\u00eancia do surto do novo coronav\u00edrus. As mulheres s\u00e3o as mais afetadas: enquanto 49% se declaram ansiosas, 33% dos homens est\u00e3o lidando com o sintoma no momento. 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