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Papo com o João 4 PDF Imprimir E-mail
14-Mar-2014

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O torcedor é movido por várias emoções. A razão, normalmente, vem em momentos de calmaria, às vezes até quando o assunto no bar é o rival. Mas quando a situação aperta, quando o time do coração começa a passar por alguns problemas, o time, antes adorado, passa a ser questionado. O treinador já não enxerga mais o que tem em mãos; tal jogador está fazendo corpo mole ou até há problemas internos que a qualquer momento virão à tona.




O torcedor dificilmente se leva pela razão. Claramente o treinador pode, sim, estar cometendo equívocos e pode, inclusive, haver um turbilhão de problemas internos que ninguém sabe quais são. Contudo, todas as suposições vêm de uma só vez, com todo o tipo de indagação. Torcedor gosta. Torcedor ama. Torcedor faz juras de amor e sacrifícios pelo seu time. Futebol, para a grande maioria, é religião. E quanto a isso, a razão fica bem longe.


Diz um ditado popular que não se discutem três coisas: futebol, religião e gosto. E, de fato, quanto a isso, é complicado mesmo de discutir. Embora cada um tenha a sua razão, sua crença, a emoção quanto a esses assuntos é motivada individualmente. Não se sabe por que alguém torce por um time pequeno do interior, já que dificilmente ganha algo. Mas o torcedor daquele time tem suas razões.


Em Minas, os torcedores de Cruzeiro e Atlético se rivalizam a todo o instante. Cada um provocando o outro por algum fato, seja atual ou um marco na história. Razão e emoção andam juntas, mas ao mesmo tempo. O torcedor é movido por isso. E o melhor de tudo é que isso, quando adequado, sem violência, sem agressões, é o que move o esporte. A rivalidade alimenta uma sensação única que só aqueles que vivem sabem qual é. E nesse misto e razão e emoção é que 2014 reserva aos dois grandes times de Minas uma grande rivalidade. E muita provocação.


AÇÃO CONTRA O RACISMO

A presidente Dilma Rousseff recebeu na última quinta-feira, no Palácio do Planalto, em Brasília, o volante Tinga, do Cruzeiro, e o árbitro gaúcho Márcio Chagas da Silva, que foram vítimas recentemente de ofensas racistas em estádios de futebol. O encontro foi solicitado pela própria presidente, que queria demonstrar pessoalmente sua solidariedade aos dois. Dilma aproveitou para reforçar também o objetivo do governo de usar a Copa do Mundo para combater o racismo no país. “Foi um encontro interessante. A presidente se preocupou com as situações que ocorreram no último mês, e tive a oportunidade de falar sobre outras coisas que também acontecem no nosso país em termos de preconceito, seja com religião, opção sexual, forma física, entre outros”, disse Tinga.


Tanto o atleta quanto o árbitro foram vítimas recentes de racismo. Espero tão somente que essa ação não seja mera politicagem. Num país tão mestiço, ser racista é abominável. E o governo, seja Federal, Estadual ou Municipal, deve prestar sempre a ajuda necessária a quem é vítima desse crime.


FIM DE SEMANA

O técnico Marcelo Oliveira, no último treino tático, mostrou a cara do time que mandará a campo no domingo, contra o Tombense, em Tombos. Como ele havia adiantado: equipe reserva. As novidades são as voltas de Júlio Baptista e Mayke, que se recuperaram de contusão. Samúdio fará a estreia como titular, e Luan volta a jogar no como atacante. O Cruzeiro treinou com: Elisson; Mayke, Léo, Wallace e Samúdio; Henrique, Souza, Tinga e Júlio Baptista; Élber e Luan. Os jogadores que foram titulares na partida de terça-feira, no Uruguai, contra o Defensor-URU, pela Libertadores, fizeram um trabalho a parte. Junto com eles estavam o volante Lucas Silva e o atacante Willian, que não foram titulares em Montevidéu.


Cruzeiro e Tombense jogam neste domingo, às 16h (de Brasília), em Tombos. A partida fecha a primeira fase do Campeonato Mineiro, e o time celeste já tem assegurada a primeira colocação da fase inicial.

 
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