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Calvície: especialista indica tratamento sem remédios e indolor PDF Imprimir E-mail
Da redação   
04-Dez-2017
A perda excessiva dos cabelos é uma das condições que mais incomodam a significativa parcela da população que sofre com essa condição. No entanto, na hora de buscar as formas mais adequadas de controlar a calvície, muitos dos pacientes desistem de seguir tratamentos medicamentosos que, via de regra, possuem efeitos colaterais, ou que fazem uso de procedimentos intrusivos ou dolorosos.


O que muitos desses pacientes não sabem é que, com o avanço da tecnologia na área de tricologia (ramo da ciência que estuda pelos e cabelos), tratamentos adotados atualmente por médicos de todo o mundo apresentam resultados positivos sem utilizar remédios ou métodos invasivos.


Relativamente novo, o tratamento de laserterapia de baixa potência (LBP) cumpre esses três requisitos. Segundo a Dra. Marina Barletta, médica dermatologista especializada em tricologia, a LBP revolucionou o tratamento da calvície e é “indicada principalmente na alopecia androgenética feminina e masculina, podendo ser adotada também na alopecia areata e quedas pós-parto”.


Entre as principais vantagens da LBP estão: redução da inflamação, estímulo do crescimento e aumento da densidade capilar, melhora na miniaturização (encurtamento e afinamento) dos fios e a ausência de efeitos adversos ou contraindicações. “A laserterapia de baixa potência aumenta a oxigenação dos vasos do couro cabeludo, fortalecendo a produção de fatores de crescimento e o aporte de nutrientes”, explica a Dra. Marina.


Outro ponto positivo deste tipo de tratamento, segundo a especialista, é a possibilidade de ser realizado através de dispositivos móveis: “Os home-devices são práticos e fáceis de usar, seja no consultório ou em casa, e não carregam os efeitos colaterais dos remédios. Eles atuam por mecanismo de fotobiomodulação: a luz gerada pelo laser desencadeia efeitos fisiológicos no couro cabeludo”.


Entre os dispositivos indicados está o
iGrow Laser, um capacete com 51 pontos de luz, sendo 21 de laser de diodo e 30 de LED, que incidem diretamente sobre o couro cabeludo, fortalecendo a raiz para controlar a queda. Exigindo apenas 20 minutos de uso, três vezes por semana, o equipamento é recomendado para o combate à alopecia, inclusive a androgenética.


Outra opção é a
Hairmax Laserband 82. Em formato de tiara, e unissex como o iGrow, esse home-device traz ainda mais pontos de luz – são 82 pontos de laser de baixa potência –, além de pentes que dividem os cabelos e aumentam a absorção dos raios no couro cabeludo. Outra vantagem é o design do produto, que pode ser rotacionado, alcançando todas as áreas da cabeça. São necessárias apenas três sessões semanais de poucos minutos para a obtenção de resultados, sendo que a partir de duas semanas já é possível observar efeitos positivos.


O iGrow Laser e a Hairmax Laserband 82 têm segurança e qualidade garantidas por aprovação do FDA (Food and Drug Administration, a agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos) e da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Os produtos são distribuídos no País pela
Onderma (www.onderma.com.br).


A dermatologista observa que artigos científicos relatam casos em que houve melhora de até 40% após 16 semanas de uso. A Dra. Marina ressalta, ainda, que pacientes dispostos a tomar remédios como minoxidil e finasterida podem esperar resultados otimizados, uma vez que a LBP aumenta a eficácia do tratamento medicamentoso clássico, graças à sua ação drug-delivery, que intensifica a entrega do medicamento tópico no local aplicado.


Para identificar as melhores formas de tratamento, é recomendado que os pacientes realizem, regularmente, consultas com médicos para avaliar a melhora e indicar o tempo de uso mais adequado.

 
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