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Ricardo Cardin
 
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CONCEPCIONAIS HORMONAIS E O CÂNCER DE MAMA PDF Imprimir E-mail
ÁRVORE GESTÃO DE RELACIONAMENTO   
02-Jan-2018
ÁRVORE GESTÃO DE RELACIONAMENTO - 02/01/2018

O uso dos contraceptivos baseados em hormônio (pílula, DIU, implante, adesivo e anel vaginal) tem sido muito discutido recentemente. Um estudo publicado, no dia 7 de dezembro, pela 
New England Jornal of Medicine - uma das mais importantes revistas científicas do mundo - reacendeu os debates ao relacionar a utilização dos anticoncepcionais ao aumento da incidência de casos de câncer de mama.


Os pesquisadores acompanharam, por 10 anos, cerca de 1,8 milhão de mulheres dinamarquesas de 15 a 49 anos, que não tinham tido câncer ou tromboembolismo, nem feito tratamento de infertilidade. Destas pacientes, foram identificadas 11.517 pacientes com câncer de mama. Quando comparado ao grupo que não usou pílulas, este estudo mostrou um aumento no risco de câncer de mama dentre as usuárias de contraceptivo hormonal. Analisando-se as informações é como se existisse para cada grupo de 7.690 usuárias de contracepção hormonal o acréscimo de 1 nova mulher com câncer de mama. Ainda segundo a pesquisa, a incidência aumenta se o tempo de uso for prolongado.


Segundo o presidente da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig), Dr. Carlos Henrique Mascarenhas Silva, como em qualquer avaliação de um estudo clínico é preciso que estes achados sejam inseridos no contexto global da assistência à saúde de toda uma população, levando-se em conta sempre os riscos e benefícios desta prática. “A introdução dos anticoncepcionais na vida da mulher, há 55 anos, transformou sua inserção e participação no mundo moderno, trazendo inúmeros benefícios. A independência e a liberdade para decidirem o momento certo de engravidar e quantos filhos desejam ter talvez tenha sido a maior conquista. Com isso, tivemos uma relevante diminuição da incidência de gravidez indesejada. A morte materna relacionada ao aborto inseguro - ocasionado pela gravidez não planejada - é um problema de saúde pública mundial. Se compararmos o impacto do uso da pílula para evitar essas mortes aos baixos riscos relacionados ao câncer de mama, publicados neste trabalho científico, não temos dúvida de que a contracepção hormonal ainda é uma alternativa eficaz”, esclarece.


Com certeza, novos ensaios clínicos virão para confirmar ou se contrapor a estas informações publicadas e é certo que a comunidade médica irá atuar para que a saúde da mulher seja preservada em sua totalidade.


SOBRE A SOGIMIG
Há 72 anos, a Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) atua em Minas Gerais e possui relações com associações congêneres do País e no exterior. Filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a entidade é constituída por um presidente, 12 diretores, 15 conselheiros, 14 comitês científicos, vice-presidentes e diretores regionais e mais de 1300 associados.


Tendo como pilares a atualização científica, a defesa e valorização profissional e a interiorização, a Sogimig mantém parcerias com entidades envolvidas com a defesa profissional e a saúde da mulher. Entre os objetivos principais da associação estão a educação continuada, melhores condições de trabalho e valorização do ginecologista e obstetra mineiro. Preocupada também com a educação do público leigo, a entidade iniciará em 2018 um novo projeto: ciclo de bate-papo com as mulheres sobre diversos temas de saúde feminina.


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Site: http://www.sogimig.org.br
 
 
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Direção: Rafael Araújo
 
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